quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Código aberto

O software chamado de código aberto, ou open source em inglês, é um tipo de software cujo código fonte é visível publicamente. O software de código aberto respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation. Porém, não estabelece certas restrições como as contidas na GPL. É advogado pela Iniciativa do Código Aberto (Open Source Initiative).

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Hierarquia


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Modelo 1B - Anexos

Documentos anexos ao modelo 1B – Cabo Verde

Regulamento do Imposto Único sobre os Rendimentos, artigo 59º, nº 4:

a) Cópia de: (i)

I. Acta da reunião/assembleia de aprovação de contas;

II. Parecer do conselho fiscal ou da revisão de contas, quando legalmente exigidos;

b) Balancetes de verificação do razão geral: (i)

I. Antes dos lançamentos de rectificação ou regularização;

II. Depois dos lançamentos de rectificação ou regularização;

III. Depois do apuramento dos resultados do exercício;

c) Balanço analítico final do exercício, extraído dos livros competentes, com indicação das pessoas que o assinaram;

d) Mapa de demonstração dos resultados líquidos e, sempre que necessário a um mais completo esclarecimento da conta ou contas de exploração, mapas de desenvolvimento das rubricas daquele mapa;

e) Demonstração dos resultados extraordinários do exercício e dos exercícios anteriores, havendo-os;

f) Relatório técnico onde, com base em mapas discriminativos, serão comentados sucintamente:

I. As reintegrações e amortizações contabilizadas, com indicação do método utilizado, das taxas aplicadas e dos valores iniciais e actuais dos diversos elementos sobre que aqueles recaíram;

II. As alterações sofridas pelas existências de todas as categorias e critérios que presidam à sua valorimetria;

III. A provisões constituídas ou as alterações nelas ocorridas;

IV. Os créditos incobráveis verificados;

V. Os gastos gerais de administração, com especial referência às remunerações de qualquer espécie atribuídas aos corpos gerentes, bem como todas as despesas de representação suportadas durante o exercício;

VI. As mais valias realizadas e os rendimentos de capitais auferidos;

VII. As mudanças nos critérios de imputação de custos ou atribuição de proveitos às diferentes actividades ou estabelecimentos da empresa;

VIII. Os demais gastos relativos ao funcionamento geral da empresa e, especialmente, os provenientes de débitos processados no exterior do país;

IX. Outros elementos reputados de interesse para a justa determinação do rendimento tributável e para o esclarecimento do balanço e da demonstração dos resultados do exercício:

a) Documento em que se indique a importância dos rendimentos dedutíveis, líquidos de impostos, por acções nominativas ou ao portador registadas, e de quotas ou partes sociais de sociedades nacionais sujeitas a imposto, que sejam propriedade do contribuinte durante dois anos consecutivos, ou desde a fundação da empresa, se tiver ocorrido há menos de 2 anos, contando que, em qualquer caso a participação do capital daquelas sociedades não seja inferior a 25%;

b) Comprovativo do pagamento por conta efectuado nas repartições de finanças onde estejam instalados filiais, sucursais, agências, delegações ou qualquer outra forma de representação situadas em área diferente da sede ou do domicílio fiscal.


(i) Na lei não se encontra subdividido em alíneas.

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

ABDR

Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados

Decreto 26/87 de 19 de Março – B.O. de Cabo Verde nº 11

Elaborar notas com as seguintes indicações:

1. Valores globais dos débitos, créditos e imobilizações financeiras que representem relações com o estrangeiro;

2. Valores globais das compras (de serviços, para existências e para imobilizado) e das vendas feitas directamente ao estrangeiro, se possível, discriminando-as por países;

3. Valores dos débitos de sócios e accionistas por subscrição de capital e dos adiantamentos por conta de lucros;

4. Critérios valorimétricos das existências adoptados, com explicação de eventuais alterações de critério processadas relativamente ao exercício anterior, bem como a evidenciação das alterações nos resultados das derivadas;

5. Métodos de mensuração aplicados aos restantes elementos patrimoniais, com divulgação das bases de conversão usadas para expressar em moeda nacional os diversos elementos incluídos nas contas anuais que sejam ou foram originariamente expressas em moeda estrangeira;

6. Valor global em cada conta dos créditos de cobrança duvidosa;

7. Valor dos créditos sobre o pessoal e débitos a este;

8. Número médio de pessoas empregadas durante o exercício; (a)

9. Desdobramento das despesas com o pessoal pelas seguintes rubricas:

Remunerações dos corpos gerentes;

Ordenados e salários;

Remunerações adicionais;

Encargos sobre remunerações;

Outras despesas com pessoal.

10. Valores globais das existências que se encontram fora da empresa (consignadas, em trânsito, à guarda de terceiros);

11. Método de cálculo utilizado nas amortizações e reintegrações do exercício;

12. Forma como se realizou o capital social (apenas quanto à parte que respeita ao exercício);

13. Participação do Estado no capital social da empresa;

14. Valor das participações estrangeiras no capital social e nas prestações suplementares;

15. Descrição das responsabilidades e compromissos financeiros que não estejam incluídos no Balanço, nomeadamente os referentes a valores de terceiros confiados à empresa e garantias prestadas ou compromissos assumidos (p. e. letras descontadas, avales prestados);

16. Desagregação das vendas de bens e serviços por categorias de actividades;

17. Variações verificadas nas contas de imobilizado durante o exercício;

18. Variações verificadas nas Amortizações e Reintegrações Acumuladas durante o exercício;

19. Movimentos nas contas de Situação Líquida ocorridos no exercício;

20. Movimentos nas contas de Provisões ocorridos no exercício;

21. Distribuição de Resultados ocorrida no exercício;

22. Resultados Líquidos obtidos nos últimos cinco anos.

Observação.: os pontos 17 a 22 remetem cada um para um quadro próprio a ser preenchido.

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Análise das DF

Objectivos da análise das Demonstrações Financeiras (DF)

A análise das DF consiste em aplicar ferramentas e técnicas analíticas às DF e a outros dados relevantes com o objectivo de obter informação util…

A informação espelha os resultados ou consequências das anteriores decisões da gestão. Adicionalmente, a informação é utilizada para fazer previsões que possam ter um efeito directo nas tomadas de decisão por diferentes utentes das DF.

Os investidores de uma empresa, actuais e potenciais, estão ambos interessados na futura habilidade dessa companhia em obter receitas – a sua “profitability”…

O histórico dos proveitos da empresa é o ponto lógico de partida para a previsão de ganhos futuros.

Às vezes as entidades externas estão interessadas em prever a solvabilidade de uma empresa mais do que a sua “profitability”… Liquidez é o estado de possuir activos líquidos, tais como dinheiro e outros activos que serão rapidamente convertidos em dinheiro.

Dívidas a curto prazo devem ser pagas rapidamente, por isso activos líquidos devem estar disponíveis para o seu pagamento…

Os credores a longo prazo estão interessados na Solvabilidade da companhia a longo prazo. Uma empresa normalmente considera-se solvente quando os seus activos excedem os débitos para que tenha um “sotckholders’ equity” positivo…

Accounting Principles (1987 Special Edition)

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Alongamentos II



Mais sugestões de alongamentos (do site Phisio Trainer), desta vez para as pessoas que passam a maior parte do dia de trabalho de pé.

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Syscoa

Système comptable Ouest Africain - Sommaire

I. ÉTATS FINANCIERS

SYSTÈME NORMAL

  • Bilan
  • Compte de résultat
  • Tableau financier des ressources et des emplois
  • État annexé, liste des informations
  • État annexé, tableaux 1 à 11

SYSTÈME ALLÉGÉ

  • Bilan
  • Compte de résultat
  • État annexé, liste des informations

II. CADRE COMPTABLE

  • Comptes de bilan
  • Comptes de gestion
  • Comptes des engagements hors bilan
  • Comptes de la comptabilité analytique de gestion

III. LISTE DES COMPTES

  • Comptes de bilan (classes 1 à 5)
  • Comptes de gestion (classes 6 à 8)
  • Comptes des engagements hors bilan et de la comptabilité analytique de gestion (classe 9)

IV. TABLEAUX DE CORRESPONDANCE POSTES-COMPTES

  • Système normal (Bilan ; Compte de résultat)
  • Système allégé (Bilan ; Compte de résultat)
Fonte: Afrikinfo


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