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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Para (sor)rir

A Cantada do Economista

Sabe como acontece o início de um relacionamento entre dois economistas, em uma festa em Brasília? O economista olha para a economista e decide que se aproximar é um bom negócio. Então ele diz:

— Oi, gata... Sabia que você é o melhor investimento dessa festa?
— Se você está procurando aplicações de curto prazo, pode reduzir seus gastos com as palavras. Sou uma mulher de renda fixa!

Então o economista percebe que deve aumentar seu capital de risco:
— Gosto de mulheres assim. Oferecem mais segurança. Essas palavras só garantiram sua valorização!
A economista, nervosa, remexeu uns papéis na bolsa e subscreveu um lote de desconfiança.
— Quer dizer que minha cotação não caiu?
Ele sorri, um sorriso cheio de superávit.
— Pelo contrário! Eu já não consigo conter a inflação dos meus sentimentos... Juro!
— De quanto?

Ele cochichou-lhe qualquer coisa no ouvido e ela arregalou os olhos. Com certeza, há tempos não encontrava um homem oferecendo taxas tão altas. Insegura, oscilando como as variações da TR, ela permaneceu em silêncio e ele foi em frente, decidido a obter seu quinhão.

— Você parece triste, em déficit com a vida. Seu IBV médio está em baixa?
— É claro. Há um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura — disse ela — os homens não parecem interessados em aplicações a longo prazo. Além disso, sofri uma queda e tive um corte no orçamento.

— Escuta. Por que não saimos daqui? Vamos lá para o meu apartamento? Acho que poderemos fazer um belo programa... De ajuste fiscal.
— Isso é muito commodities pra você!
— Ora vamos! Prometo não lhe envolver em ações ordinárias.

Enquanto ela fazia a conversão da dívida, ele aumentou os incentivos:
— Percebo, pelas projeções dos meus desejos, que temos um grande mercado futuro pela frente. Podemos até adotar um redutor.

Era o que ela precisava ouvir para que a noite rendesse dividendos e bonificações. Ao chegarem a casa, ele, como bom investidor, não perdeu tempo e remunerou o ouvido dela com um pedido:
— Posso transferir alguns recursos líquidos?

Ela o empurrou.
— Você está muito ativo. Respeite ao menos minha poupança interna.

Ele, porém, não estava ali para ficar ouvindo sermões e pregões e, antes que ela resolvesse iniciar uma negociação que sabe-se lá quando terminaria, ele aproximou-se e disse baixinho:
— Sabe do que eu gostaria? De botar no teu fundão!
Ela transferiu suas ações (preferenciais) para o fundo e entregou-se como cheque ao portador:
— Tudo bem, mas desde que o seu PIB pare de crescer!

Humortadela

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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Contratando...

Teste de aptidão profissional

Parece verdade: coloque 400 tijolos em um quarto fechado, coloque os novos candidatos efeche a porta. Deixe-os sozinhos por seis horas e depois, analise a situação:

1 - Se eles estiverem contando os tijolos, contrate-os para o departamentode contabilidade.

2 - Se eles estiverem recontando os tijolos, contrate-os para o departamentode auditoria.

3 - Se eles tiverem bagunçado tudo e espalhado os tijolos, são engenheiros.

4 - Se eles tiverem arrumado os tijolos de maneira bem estranha coloque-os no Planejamento.

5 - Se eles tiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.

6 - Se eles estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

7 - Se eles estiverem quebrando os tijolos em pedacinhos, coloque-os no departamento de tecnologia da informação.

8 - Se eles estiverem sentados sem fazer nada, coloque-os em Recursos Humanos.

9 - Se eles disserem que já tentaram várias combinações e estão ainda tentando outras mais e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, coloque-os em vendas.

10 - Se eles já tiverem saído, coloque-os na Gerencia.

11 - Se eles estiverem olhando para a janela, coloque-os em Planejamento estratégico.

12 - Se eles estiverem conversando entre si e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, cumprimente-os e coloque-os na Diretoria.

13 - Se eles tiverem criado um muro de tal forma que eles não podem ser vistos ou ouvidos, então mande-os para o Congresso.

14 - Se eles afirmarem que não estão vendo nenhum tijolo ali na sala,coloque no Jurídico.

15 - Se eles reclamarem que os tijolos 'tão uma merda', não tem identificação, falta operação, medidas erradas, coloque na Qualidade.

16 - Se começarem a se chamar de 'companheiro', nem contrate, mande logo embora antes que eles criem um sindicato.

Texto recebido por e-mail

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terça-feira, 24 de junho de 2008

Desculpas

Quando o chefe te pegar a dormir…

01 - Eles me disseram no banco de sangue que isso poderia acontecer.

02 - Isto é só um cochilo de 15 minutos para recuperar as energias, como foi ensinado naquele curso de gerenciamento do tempo que vocês me mandaram fazer.

03 - Eu estava imaginando como é a vida de um cego.

04 - Eu não estava dormindo! Eu estava meditando sobre a missão da empresa e tentando descobrir um novo paradigma.

05 - Eu estava verificando se meu teclado é resistente a baba.

06 - Eu estava fazendo um exercício altamente específico de Yoga para aliviar o stress do trabalho. Vocês discriminam pessoas que praticam Yoga?

07 - Por que você me interrompeu? Eu estava quase chegando numa solução para o nosso maior problema.

08 - A máquina de café está quebrada.

09 - Alguém deve ter posto café descafeinado no pote errado.

E a melhor:

10 - ...em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Inteligência de Robô

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domingo, 11 de maio de 2008

Mandamentos

Os 10 mandamentos do viciado no trabalho

01- Um viciado no trabalho não tem quarto............Tem escritório!

02- Um viciado no trabalho não tem amigos............Tem contactos!

03- Um viciado no trabalho não tem vida..............Tem carreira!

04- Um viciado no trabalho não tem sonhos............Tem projectos!

05- Um viciado no trabalho não tem encontros.........Tem reuniões!

06- Um viciado no trabalho não toma cerveja..........Toma decisões!

07- Um viciado no trabalho não faz sexo.............Descarrega o stress!

08- Um viciado no trabalho não navega na Internet....Faz pesquisas!

09- Um viciado no trabalho não tem Domingo...........Tem horas extra!

10-Por último, fique tranquilo:

  • Um viciado no trabalho não lê estas merdas.........TRABALHA!

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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Dia do Trabalhador


Já agora, votos de melhores dias para os desempregados!
Imagem: Fotos cómicas

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quarta-feira, 16 de abril de 2008

Mercado de acções

Entenda como funciona o mercado de ações

Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por R$ 10,00 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou centenas de macacos a R$ 10,00 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça.

Aí, o homem anunciou que agora pagaria R$ 20.00 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça. Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca.
A oferta aumentou para R$ 25,00 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça. O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por R$ 50.00! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões:
- - Olhem todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por R$ 35,00 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por R$ 50,00 cada.
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados.

Agora você entendeu como funciona o mercado de ações? Pois entendeu também qual a origem da expressão "Pagar o mico!".
O Veneta

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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Reciclagem

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Relatórios

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Matemática

A Tragédia da Matemática

Num certo livro de matemática, um quociente apaixonou-se por uma incógnita. Ele, o quociente, produto notável de uma família importantíssima de polinômios. Ela, uma simples incógnita, de mesquinha equação literal. Oh, que tremenda desigualdade. Mas como todos sabem, o amor não tem limites e vai do mais infinito até o menos infinito. Apaixonado, o quociente a olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos. Era linda, uma figura ímpar e punha-se em evidência: olhar rombóide (rombo=losango), boca trapezóide, seios esféricos num corpo cilíndrico de linhas senoidais (curvas). – Quem és tu? – perguntou o quociente com olhar radical. – Sou a raiz quadrada da soma dos quadrados dos catetos. Mas pode me chamar de hipotenusa – respondeu ela com uma expressão algébrica de quem ama. Ele fez de sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito. E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando ao sabor do momento e da paixão, retas e curvas no jardim da quarta dimensão. Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Adoravam-se nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida. Três quadrantes depois resolveram se casar. Traçaram planos para o futuro e todos desejaram a felicidade integral. Os padrinhos foram o vetor e a bissetriz. Tudo estava nos eixos. O amor crescia em progressão geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino, em homenagem ao padrinho, chamaram de versor; a menina, uma linda abscissa. Ela sofreu duas operações. Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante. Foi aí que surgiu um outro, sim, um outro. O máximo divisor comum, um freqüentador de círculos viciosos. O mínimo que o máximo ofereceu foi uma grandeza absoluta. Ela sentiu-se imprópria, mas amava o máximo. Sabedor desta regra de três, o quociente chamou-a de fração ordinária. Sentindo-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles. Quando os dois amantes estavam em colóquio, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o quociente e nu giro determinante disparou o seu 45. Ela foi para o espaço imaginário e ele foi para num intervalo fechado, onde a luz solar se via através de pequenas malhas quadráticas.

PET Matemática - UFSC

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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O idiota e a moeda

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam-lhe a escolha entre duas moedas: - uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2000 REIS.
Ele escolhia sempre a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos de todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda
não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar a minha moeda."

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando a sua fonte de rendimento.

Mas a conclusão mais interessante é:

A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, o que realmente somos.

"O maior prazer de um homem inteligente é armar-se em idiota diante de um idiota que se arma em inteligente".

Mensagem recebida por email

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Tratamento de dados

Pois é, os contabilistas só sabem fazer tratamento de dados…

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Balanço

Pois é, Balanço é isso mesmo. De um lado o activo, do outro o passivo. Contrabalançando os dois lados, fica a Situação Líquida (situação crítica, na figura acima).


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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Hierarquia


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sábado, 29 de dezembro de 2007

Reunião

Quando as reuniões são muito importantes…


Imagem tirada do Peopleware. Aproveitamos a oportunidade para sugerir uma visita (diária) a este blog, devido às novidades constantes.

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Pressionar qualquer tecla...

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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Gestão por objectivos

Numa aldeia viviam dois homens que tinham o mesmo nome: Joaquim Gonçalves.

Um era sacerdote e o outro, taxista. Quis o destino que morressem no mesmo dia. Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.

- O teu nome?

- Joaquim Gonçalves.

- És o sacerdote?

- Não, o taxista.

São Pedro consulta as suas notas e diz:

- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.

- O teu nome?

- Joaquim Gonçalves.

- És o sacerdote?

- Sim, sou eu mesmo.

- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.

O sacerdote diz:

- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!

- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...

- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia
pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu.....isto?

- Não é nenhum engano - diz São Pedro. Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.

- Não entendo!

- Eu explico: Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar. Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos!

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Downsizing

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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

O Doutor está ocupado

Um jovem médico, recém-formado, montou seu modesto consultório e, enquanto esperava a clientela, ficou imaginando uma maneira de se promover. Quando, afinal, apareceu o primeiro cliente, ele já estava preparado. Assumiu um ar ocupadíssimo, fez sinal para que o visitante aguardasse um momento e fingiu que estava respondendo a um telefonema urgente.

- Sinto muito, governador, mas é impossível. Amanhã cedo tenho que ensinar uma cirurgia cardíaca para uma nova equipe, à tarde dou aulas na faculdade e à noite estou embarcando para um congresso em Nova York…

Finalmente, voltando-se para o visitante:

- Em que posso serví-lo?

- O senhor me dá licença que eu vim instalar o telefone.

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